domingo, 1 de novembro de 2015

ACHARAM ESPAÇO; Condesb faz reunião extra sobre cortes na Usiminas

O Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista (Condesb) vai promover, na terça-feira (3) — dia seguinte ao feriado de Finados — uma reunião extraordinária para debater soluções que evitem o encerramento de produção de aço pela Usiminas em Cubatão e a consequente demissão de pelo menos 4 mil trabalhadores, 2 mil deles diretamente contratados.
A informação é do presidente do órgão, o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). A Tribuna apurou que o vice-governador Márcio França (PSB), também secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Informação, estará presente ao encontro.
“Vamos fazer uma mobilização de todas as forças políticas daqui da região, com todos os prefeitos. Na terça, vamos definir etapas dessa estratégia para, depois, ter uma reunião com o ministro do Desenvolvimento Econômico (Armando Monteiro)”.  prefeito não poupa o Governo Federal de críticas. Para ele, a crise da Usiminas, que anunciou que encerrará a produção de aço em Cubatão, é uma crise do setor siderúrgico brasileiro. “Se você fizer uma análise, várias empresas do mesmo setor estão sofrendo. É fruto de uma política econômica equivocada, como a abertura para o mercado chinês, que acabou colocando o mercado nacional em uma situação prejudicada”, analisa Barbosa.
Após o encontro de terça-feira, os prefeitos da região deverão subir a Serra, em busca de um encontro com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Já existe compromisso dele de que vamos ter uma reunião após a do Condesb. Ele se comprometeu a nos receber para que a gente possa se apoiar e fazer uma frente em busca de soluções”, afirma. 
Barbosa também comentou o fato de o deputado federal Beto Mansur (PRB) se reunir, já na terça, com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Espero que em até dez dias a gente consiga essa reunião, porque não controlo a agenda do ministro. É importante somar esforços, pois isso não é um problema de Cubatão, é do País”.
fonte; AT

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