NOTA DE ESCLARECIMENTO:
A Organização Social Saúde Revolução- OSS Revolução, responsável pela administração-desde janeiro de 2015- da Unidade de Pronto Atendimento-UPA de Cubatão, vem por meio desta esclarecer que, ao contrário da informação levantada pelo sr Wellington, conforme questionadonado pelo radialista Luiz Roberto, do programa Jornal da Cidade, a unidade conta com uma ambulância para a remoção de pacientes para hospitais e/ou prontos socorros referenciados. Em determinadas situações, seguindo e respeitando alguns critérios, com a supervisão da equipe médica e assistência social da unidade, é realizado o traslado do paciente até sua residência.
No caso em questão, a paciente, acompanhada de sua mãe e pai, chegou na UPA às 03h48. Após passar pelo atendimento médico, ser medicada e fazer alguns exames, a paciente foi novamente avaliada pela equipe que, às 8 horas da manhã atestou a alta da menina (2 anos de idade) e orientou que se fizesse o acompanhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e retornando os sintomas, a menor poderia ser levada novamente à UPA.
Durante o período em que a menor tomava medicação, a mãe solicitou que a ambulância levasse o pai da criança para casa. Por não se tratar de paciente e nem remoção, o pedido não pode ser atendido uma vez que o veículo é destinado ao atendimento de remoções para unidades referenciadas, como dito anteriormente.
Por fim, a OSS Revolução explica ainda que respeita todos os munícipes e conta com protocolos de atendimento que visam auxiliar os cidadãos caso seja verificada alguma necessidade que ultrapasse o atendimento médico. O que não foi diagnosticado neste caso. Por isso, a Organização conta com uma equipe de assistência social que faz a avaliação, orientação e direcionamento dos casos. Ainda assim, a unidade mantém contato direto com a rede de assistência social do Município, podendo acioná-la sempre que se fizer necessário, 24 horas por dia.
No caso em questão, a paciente, acompanhada de sua mãe e pai, chegou na UPA às 03h48. Após passar pelo atendimento médico, ser medicada e fazer alguns exames, a paciente foi novamente avaliada pela equipe que, às 8 horas da manhã atestou a alta da menina (2 anos de idade) e orientou que se fizesse o acompanhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e retornando os sintomas, a menor poderia ser levada novamente à UPA.
Durante o período em que a menor tomava medicação, a mãe solicitou que a ambulância levasse o pai da criança para casa. Por não se tratar de paciente e nem remoção, o pedido não pode ser atendido uma vez que o veículo é destinado ao atendimento de remoções para unidades referenciadas, como dito anteriormente.
Por fim, a OSS Revolução explica ainda que respeita todos os munícipes e conta com protocolos de atendimento que visam auxiliar os cidadãos caso seja verificada alguma necessidade que ultrapasse o atendimento médico. O que não foi diagnosticado neste caso. Por isso, a Organização conta com uma equipe de assistência social que faz a avaliação, orientação e direcionamento dos casos. Ainda assim, a unidade mantém contato direto com a rede de assistência social do Município, podendo acioná-la sempre que se fizer necessário, 24 horas por dia.

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