segunda-feira, 6 de junho de 2016

CASOS AUMENTAM: Cubatão quer reduzir contaminação por sífilis em gestantes

Cubatão quer reduzir contaminação por sífilis em gestantes
Casal deve iniciar o tratamento assim que for constatada a doença  

O primeiro sinal é uma ferida. Não dói e muito menos coça. Também não arde ou apresenta pus. Por isso mesmo, há elevado risco de ser ignorada. Mas não devia, já que o índice de contaminação pela Treponema pallidum, bactéria causadora da sífilis, está crescendo rapidamente em quase todo o País. E as maiores vítimas são os bebês que nascem de mães portadoras da doença. Se não ocorrer aborto espontâneo, há risco de parto prematuro e a criança apresentar surdez, cegueira ou deficiência mental. Pode ainda sofrer com feridas no corpo, ter pneumonia, problemas ósseos e comprometimento neurológico.
Nos primeiros cinco meses deste ano, em Cubatão, ocorreram 23 casos de sífilis congênita (transmissão vertical, da mãe para o feto durante a gestação). No ano passado foram 26 casos. E em 2014, 21 notificações. Diante desse quadro, a Secretaria de Saúde de Cubatão está incentivando a realização de exames para a detecção precoce da doença e realizando ações para conscientizar o parceiro a aderir ao tratamento

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