Ministério da Saúde repassa R$ 3 milhões a Cubatão.
Valor será repassado integralmente ao Hospital Municipal
Valor será repassado integralmente ao Hospital Municipal
O Ministério da Saúde repassou nesta quinta-feira (23) ao Fundo Municipal de Saúde de Cubatão R$ 3.073.000,00, valor que será repassado integralmente à gestão do Hospital Municipal, para ajudar a amenizar a grave crise que atinge o complexo hospitalar. Com o repasse à AHBB, gestora do Hospital Municipal, os salários dos funcionários poderão ser pagos e a greve encerrada.
A confirmação da liberação do recurso foi anunciada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, num telefonema à prefeita Marcia Rosa.
O Hospital Municipal de Cubatão custa mensalmente R$ 4,4 milhões e atende pelo SUS não somente os moradores da cidade, mas de toda a região. Atualmente, a Cidade é responsável por 83,4% do custeio do sistema de saúde local.
Greve – Antes da liberação dos recursos federais, em audiência realizada nesta quinta no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, funcionários e a gestora do hospital não conseguiram chegar a um acordo. Foram concedidos pelo desembargador Wilson Fernandes 20 dias de prazo para as partes se manifestarem e complementarem documentação. Nesse tempo, a Prefeitura pode se manifestar no dissídio e então o processo segue para o Ministério do Trabalho e para um relator do TRT.
O Hospital está funcionando com 30% dos funcionários, conforme determinação do TRT. O impasse foi gerado pela falta de pagamento aos funcionários pela gestora do Hospital, a Associação Hospitalar Beneficente do Brasil (AHBB), mesmo com o repasse parcial realizado pelo Município em 13 de junho.
A confirmação da liberação do recurso foi anunciada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, num telefonema à prefeita Marcia Rosa.
O Hospital Municipal de Cubatão custa mensalmente R$ 4,4 milhões e atende pelo SUS não somente os moradores da cidade, mas de toda a região. Atualmente, a Cidade é responsável por 83,4% do custeio do sistema de saúde local.
Greve – Antes da liberação dos recursos federais, em audiência realizada nesta quinta no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, funcionários e a gestora do hospital não conseguiram chegar a um acordo. Foram concedidos pelo desembargador Wilson Fernandes 20 dias de prazo para as partes se manifestarem e complementarem documentação. Nesse tempo, a Prefeitura pode se manifestar no dissídio e então o processo segue para o Ministério do Trabalho e para um relator do TRT.
O Hospital está funcionando com 30% dos funcionários, conforme determinação do TRT. O impasse foi gerado pela falta de pagamento aos funcionários pela gestora do Hospital, a Associação Hospitalar Beneficente do Brasil (AHBB), mesmo com o repasse parcial realizado pelo Município em 13 de junho.
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