segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

USIMINAS RESPONDE SOBRE NÃO ACEITAR SUBSIDIO PARA PROTEÇÃO AO EMPREGO DO GOVERNO

USIMINAS RESPONDE A COLUNA E BLOG DO RAPOSA SOBRE INFORMAÇÃO VEICULADA NO SÁBADO:
USIMINAS DEVE UMA RESPOSTA À POPULAÇÃO DA REGIÃO.. NÃO ACEITAR UM SUBSIDIO PARA MANTER OS EMPREGOS? O QUE ESTARIA PASSANDO POR TRÁS DAS CORTINAS POLITICAS....
Usiminas recusou plano de proteção ao emprego, diz membro do Governo
Programa prevê subsídio de até 15% do salário do funcionário em troca de não haver demissões...
LEIA A RESPOSTA DA EMPRESA E VEJA SE VOCE CONCORDA...
Resposta de hoje da assessoria da USIMINAS:
Prezado Raposa,
antes mesmo da criação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), a empresa havia proposto, em 2015, um plano de redução da jornada de trabalho. Mas o Sindicato dos Metalúrgicos se recusou a negociar e sequer levou a proposta para a votação dos empregados. Com o passar dos meses, diante da falta de perspectivas positivas e do avanço da queda do mercado siderúrgico – o consumo de aço no Brasil despencou 16,7% em 2015 em relação a 2014, que, por sua vez, já havia sido 6,8% menor do que em 2013 – não restou alternativa para a empresa senão tomar uma medida mais contundente, diante da maior crise da história da siderurgia brasileira. A empresa decidiu desativar a produção de todo o setor primário Usina de Cubatão. Logo, o motivo dos desligamentos dos empregados não é um ajuste no quadro de pessoal por si. É um ajuste na estrutura produtiva da usina, sendo que os equipamentos deixarão de ser operados. A inviabilidade de manter todo o quadro de pessoal é consequência disso. A Usiminas ainda conseguiu direcionar 300 empregados para outras atividades na usina e decidiu oferecer aos empregados desligados um conjunto de benefícios superiores ao exigido pela lei (vide abaixo) para minimizar o impacto social. Ao longo de todo esse processo de ajuste produtivo, a Usiminas sempre se manteve aberta ao diálogo, participando de nada menos do que nove reuniões com o Ministério Público e sindicatos.
· Pagamento de R$ 2.400 como vale-alimentação ou 2/3 do salário como “retorno de férias”;
· Planos de saúde e odontológicos por até seis meses;
· Três meses de contribuição previdenciária para quem pode se aposentar;
· Seguro de vida por até quatro meses;
· Treinamento sobre recolocação profissional;
· Aviso prévio indenizado 1 a 3 salários;
· Prioridade de contratação em caso de retomada dos equipamentos;
Att.
Paulo Assis

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